Eleições 2026: nova pesquisa coloca Moro na liderança e disputa pelo Governo do Paraná ganha força

A disputa pelo Governo do Paraná entrou em uma nova fase neste início de setembro, com a divulgação de duas pesquisas recentes que mostram Sergio Moro (PL) na liderança, mas com diferenças importantes entre os levantamentos.

Na pesquisa do Paraná Pesquisas, divulgada em 3 de setembro, Moro aparece com 45% das intenções de voto, seguido por Requião Filho (PDT), com 24%, e Sandro Alex (PSD), com 17,5%.

O levantamento ouviu 1.280 eleitores entre 31 de agosto e 2 de setembro, tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais e foi registrado no TSE sob o número PR-03399/2026. A pesquisa foi contratada pelo Partido Liberal.

Outra pesquisa mostra cenário diferente

Já o levantamento do IRG Pesquisas, divulgado em 4 de setembro, também aponta Moro na primeira colocação, mas com percentual menor: 38,8%.

Sandro Alex aparece em segundo, com 27%, enquanto Requião Filho registra 21,8%.

No segundo turno simulado pelo IRG entre Moro e Sandro Alex, o cenário é mais apertado: Moro aparece com 44,8%, contra 40,5% de Sandro Alex.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre 31 de agosto e 3 de setembro, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e registro TSE PR-02179/2026.

Oito candidatos disputam o Governo

A eleição estadual tem oito candidatos registrados na disputa pelo Palácio Iguaçu: Sergio Moro, Requião Filho, Sandro Alex, Alexandre Salomão, Samuel de Mattos, Luiz França, Tayná Miessa e Adriano Teixeira.

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro de 2026.

Mais de metade ainda não definiu espontaneamente

Um dos dados que chama atenção na pesquisa Paraná Pesquisas é o elevado número de eleitores que ainda não apresentam um nome espontaneamente.

Quando os nomes dos candidatos não são apresentados, 51,2% disseram não saber ou não opinar. Moro aparece com 24,2%, Requião Filho com 10,2% e Sandro Alex com 6,3%.

O cenário mostra que, apesar da liderança nas pesquisas estimuladas, ainda existe um contingente expressivo de eleitores que pode mudar de posição até outubro.

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