A Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB/PR) realiza nesta sexta-feira (14), em Londrina, a 4ª Reunião Ordinária de 2026, reunindo representantes da Secretaria de Estado da Saúde (SESA) e gestores municipais para discutir decisões que envolvem a organização do Sistema Único de Saúde no Paraná.
A reunião ocorre das 8h30 às 12h, no Parque Ney Braga, em Londrina, e também é transmitida pela internet pelo canal da SESA.
Entre os assuntos previstos na pauta estão:
- Saúde Mental no Paraná;
- Política Estadual de Saúde;
- situação das síndromes respiratórias na Região Sul;
- além de deliberações relacionadas à organização e ao financiamento da saúde pública.
O que é a CIB?
A Comissão Intergestores Bipartite é um dos principais espaços de negociação do SUS no Estado. De um lado está o Governo do Paraná, por meio da Secretaria Estadual da Saúde; do outro, os municípios, representados pelas secretarias municipais de Saúde.
É nesse ambiente que Estado e municípios discutem e pactuam questões como recursos, serviços de saúde, organização da rede, atendimento especializado e políticas que serão executadas pelas cidades.
Por isso, embora seja uma reunião técnica, suas decisões podem ter impacto direto na população.
Por que essa reunião merece atenção?
Um dos pontos que considero mais importantes para o nosso portal é justamente acompanhar o que sair da reunião, e não apenas noticiar que ela aconteceu.
As deliberações da CIB podem envolver recursos e mudanças na organização dos serviços de saúde dos municípios. Documentos anteriores da comissão mostram, por exemplo, decisões envolvendo custeio da atenção primária, SAMU, hospitais, emendas parlamentares, transporte sanitário e recursos para média e alta complexidade.
Portanto, o Radar deve acompanhar durante o dia quais decisões foram efetivamente aprovadas nesta 4ª reunião de 2026 e quais municípios poderão ser beneficiados.
Essa é exatamente a linha que vamos priorizar no Radar: não apenas política partidária, mas também o que Governo do Estado, prefeituras e órgãos públicos estão decidindo e que pode chegar ao bolso ou ao atendimento do cidadão.